sábado, 27 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
Benefícios da aula de Jump
- Melhora o condicionamento cardiovascular
- Aumenta a força dos músculos dos membros inferiores
- Emagrece
- Alivia o stress
- Melhora a circulação sanguínea
- Melhora a circulação linfática
- Melhora a coordenação motora
- Melhora o equilíbrio
- Baixo risco de lesão (Impacto reduzido)
- Aumenta a Resistência Aeróbica.
- Melhora de Ritmo, Velocidade e Agilidade.
- Redução do Percentual de Gordura Corporal
sábado, 6 de julho de 2013
CONHEÇA SETE ALIMENTOS TERMOGÊNICOS QUE TE AJUDAM A EMAGRECER

Eles aumentam o gasto calórico de seu organismo e aceleram os resultados Todas as atividades realizadas pelo corpo consomem energia, certo?
Isso inclui o processo digestivo, que pode ser usado a seu favor para emagrecer quando o que está em questão são os alimentos termogênicos.
Esses alimentos são capazes de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico.
De acordo com os nutricionistas, quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico.
As substâncias termogênicas contidas em certos alimentos têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura.
A termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem ajudar no controle de emagrecimento e obesidade.
No entanto, sabe-se que não existem milagres quando o assunto é perder peso.
Para que esses alimentos mostrem resultado, é necessário aliá-los à dieta regrada e exercícios físicos. Além disso, os termogênicos possuem algumas restrições. "Quem tem hipertireoidismo não deve ingeri-los, visto que o metabolismo já está muito elevado, o que aumenta o risco de perda de massa muscular". Crianças e gestantes, pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar desses alimentos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.
Saiba quais são os principais alimentos termogênicos e aprenda a utilizá-los - mas sem esquecer de passar antes por uma avaliação nutricional.
Pimenta vermelha: Esse tipo específico de pimenta é rica em capsaicina, substância que favorece o aumento da quebra de gorduras no tecido adiposo. Ela aumenta em até 20% a atividade metabólica se ingerida na quantidade de três gramas por dia, podendo ser adicionada em saladas e pratos quentes como tempero.
Chá verde (Camellia sinensis): Assim como a pimenta, esse chá favorece a utilização da gordura corporal como fonte de energia em função do estimulo metabólico.
Para que o efeito aconteça, o ideal seriam cinco xícaras de chá por dia durante três meses. Mas, cuidado: quem tem insônia não deve ingerir o chá verde na parte da tarde ou noite.
Canela: Além de aumentar o metabolismo basal, a canela possui alto teor de cálcio mineral, substância importante para o emagrecimento. Polvilhada por cima de frutas (aproximadamente uma colher de chá rasa), contribui com o emagrecimento e ainda torna a refeição deliciosa.
Gengibre: Essa raiz pode aumentar o gasto calórico em mais de 10%. O gengibre pode ser consumido de diversas formas, cru, em marinadas para temperar carnes, aves e peixes, e ainda fica ótimo em molho de tomate, sopas de legumes e chá, quando misturado com outras ervas. A quantidade indicada é de duas fatias pequenas.
Chá de hibisco: Esse chá, assim como os demais termogênicos, aumenta a temperatura corporal durante a digestão e, consequentemente, aumenta o metabolismo. Para que o efeito seja positivo, é aconselhado um litro por dia, sendo que, para um litro de água, deve-se usar uma colher de sopa da flor.
Alimentos com Ômega 3: O omêga 3 é encontrado em peixes - como salmão e atum - e em oleaginosas. Ele aumenta o metabolismo basal, melhora a retenção de líquidos e facilita a comunicação entre as células do organismo.
Água gelada: Sim, até mesmo a água gelada pode te ajudar a emagrecer! Ao ingeri-la, seu organismo gasta energia para elevar a temperatura até a tida como adequada pelo corpo (algo entre 36º e 37ºC).
No entanto, o efeito é muito leve.
Para melhores resultados, ingira oito copos de água por dia, pois essa medida pode aumentar seu gasto calórico em até 200kcal.
OBESIDADE E INFERTILIDADE
OBESIDADE E INFERTILIDADE
De acordo com dados apresentados, recentemente, pelo Ministério da Saúde, 43% dos adultos de todas as capitais brasileiras estão acima do peso, sendo que 11% estão obesos.
Foi o que constatou o primeiro levantamento de vigilância de fatores de risco à saúde do governo federal. O excesso de peso atinge 47% dos homens e 39% das mulheres. É mais freqüente entre os mais velhos e diminui um pouco com a escolaridade.
O excesso de peso salta de 21% entre jovens de 18 a 24 anos, para 39%, entre adultos de 25 a 34 anos.
A obesidade segue a mesma tendência. Aproximadamente, 80% das doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais (AVC’s), diabetes tipo II e 40% dos cânceres poderiam ser evitados com uma dieta saudável, atividade física regular e abolição do tabaco, defende a OMS, Organização Mundial de Saúde.
O sobrepeso e a obesidade estão, ainda, associados ao aumento nos custos com assistência médica e ao aumento no índice de faltas ao trabalho, em todo o mundo.
O peso acima do ideal interfere também no ciclo hormonal da mulher e é um fator prejudicial à fertilidade. Se uma mulher tem gordura corporal em excesso, seu corpo também produz uma maior quantidade de estrógeno e começa a reagir como se estivesse controlando a reprodução, limitando as chances de gravidez. Isso vale também para os homens.
O excesso de peso altera as taxas de dois hormônios importantes, reduz o nível de testosterona e aumenta o de estradiol, o que compromete a produção de esperma. Além da obesidade prejudicar o ciclo hormonal masculino, estudos apontam que aqueles com sobrepeso têm maior índice de fragmentação do DNA do espermatozoide, o que pode gerar falha na fertilização. Uma fórmula simples de calcular o peso ideal é pelo IMC (Índice de Massa Corpórea).
Basta dividir o peso (em quilos) pela altura (em metros) ao quadrado.
Quem tem IMC abaixo de 20 ou acima de 30 terá sua fertilidade prejudicada - o ideal é ficar entre 20 e 25. Muitas mulheres enfrentam dificuldades para engravidar relacionadas aos problemas desencadeados pela obesidade, como o diabetes e a Síndrome dos Ovários Policísticos, que é outro exemplo de disfunção hormonal.
A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação.
A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação.
A recomendação geral para uma paciente obesa que deseja engravidar é a de que ela precisa primeiramente tentar emagrecer. Às vezes, somente através da perda de peso, as dificuldades para engravidar podem ser revertidas, porque a obesidade gera uma resistência do organismo à insulina e essa resistência produz o aumento da produção de andrógenos, os hormônios masculinos. A maior freqüência de adultos com excesso de peso foi encontrada no Rio de Janeiro (48,3%) e a menor em São Luís (34,1%).
O excesso de peso tendeu a ser mais freqüente em homens do que em mulheres, exceto nas cidades de Recife, Rio Branco, Salvador e São Paulo, onde as freqüências foram semelhantes nos dois sexos. Entre homens, o excesso de peso foi mais freqüente em Porto Alegre (54,2%), Rio de Janeiro (52,6%) e Cuiabá (51,4%); entre mulheres foi mais freqüente no Rio de Janeiro (44,4%), Rio Branco (43,1%) e São Paulo (42,8%).
As menores freqüências de excesso de peso em homens foram encontradas em Teresina (42,2%), Salvador (41,2%) e São Luís (37,2%), enquanto as menores freqüências do excesso de peso em mulheres foram vistas em Belém (30,9%), Teresina (29,5%) e Palmas (24,9%). Fonte: Ministério da Saúde. Entretanto, vale lembrar que mulheres magras demais também podem apresentar dificuldades para engravidar.
À medida em que emagrecem, diminui a quantidade de gordura em seu organismo. Um índice de gordura corporal menor do que 17, inibe a produção de estrógeno e de outros hormônios, o que impede a formação e a liberação de óvulos.
O peso muito baixo geralmente também está associado a outros problemas que podem afetar a fertilidade, como o hipertireoidismo.
Além disso, o endométrio, membrana que reveste o útero, fica menos propenso à gravidez.
De acordo com dados apresentados, recentemente, pelo Ministério da Saúde, 43% dos adultos de todas as capitais brasileiras estão acima do peso, sendo que 11% estão obesos.
Foi o que constatou o primeiro levantamento de vigilância de fatores de risco à saúde do governo federal. O excesso de peso atinge 47% dos homens e 39% das mulheres. É mais freqüente entre os mais velhos e diminui um pouco com a escolaridade.
O excesso de peso salta de 21% entre jovens de 18 a 24 anos, para 39%, entre adultos de 25 a 34 anos.
A obesidade segue a mesma tendência. Aproximadamente, 80% das doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais (AVC’s), diabetes tipo II e 40% dos cânceres poderiam ser evitados com uma dieta saudável, atividade física regular e abolição do tabaco, defende a OMS, Organização Mundial de Saúde.
O sobrepeso e a obesidade estão, ainda, associados ao aumento nos custos com assistência médica e ao aumento no índice de faltas ao trabalho, em todo o mundo.
O peso acima do ideal interfere também no ciclo hormonal da mulher e é um fator prejudicial à fertilidade. Se uma mulher tem gordura corporal em excesso, seu corpo também produz uma maior quantidade de estrógeno e começa a reagir como se estivesse controlando a reprodução, limitando as chances de gravidez. Isso vale também para os homens.
O excesso de peso altera as taxas de dois hormônios importantes, reduz o nível de testosterona e aumenta o de estradiol, o que compromete a produção de esperma. Além da obesidade prejudicar o ciclo hormonal masculino, estudos apontam que aqueles com sobrepeso têm maior índice de fragmentação do DNA do espermatozoide, o que pode gerar falha na fertilização. Uma fórmula simples de calcular o peso ideal é pelo IMC (Índice de Massa Corpórea).
Basta dividir o peso (em quilos) pela altura (em metros) ao quadrado.
Quem tem IMC abaixo de 20 ou acima de 30 terá sua fertilidade prejudicada - o ideal é ficar entre 20 e 25. Muitas mulheres enfrentam dificuldades para engravidar relacionadas aos problemas desencadeados pela obesidade, como o diabetes e a Síndrome dos Ovários Policísticos, que é outro exemplo de disfunção hormonal.
A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação.
A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação.
A recomendação geral para uma paciente obesa que deseja engravidar é a de que ela precisa primeiramente tentar emagrecer. Às vezes, somente através da perda de peso, as dificuldades para engravidar podem ser revertidas, porque a obesidade gera uma resistência do organismo à insulina e essa resistência produz o aumento da produção de andrógenos, os hormônios masculinos. A maior freqüência de adultos com excesso de peso foi encontrada no Rio de Janeiro (48,3%) e a menor em São Luís (34,1%).
O excesso de peso tendeu a ser mais freqüente em homens do que em mulheres, exceto nas cidades de Recife, Rio Branco, Salvador e São Paulo, onde as freqüências foram semelhantes nos dois sexos. Entre homens, o excesso de peso foi mais freqüente em Porto Alegre (54,2%), Rio de Janeiro (52,6%) e Cuiabá (51,4%); entre mulheres foi mais freqüente no Rio de Janeiro (44,4%), Rio Branco (43,1%) e São Paulo (42,8%).
As menores freqüências de excesso de peso em homens foram encontradas em Teresina (42,2%), Salvador (41,2%) e São Luís (37,2%), enquanto as menores freqüências do excesso de peso em mulheres foram vistas em Belém (30,9%), Teresina (29,5%) e Palmas (24,9%). Fonte: Ministério da Saúde. Entretanto, vale lembrar que mulheres magras demais também podem apresentar dificuldades para engravidar.
À medida em que emagrecem, diminui a quantidade de gordura em seu organismo. Um índice de gordura corporal menor do que 17, inibe a produção de estrógeno e de outros hormônios, o que impede a formação e a liberação de óvulos.
O peso muito baixo geralmente também está associado a outros problemas que podem afetar a fertilidade, como o hipertireoidismo.
Além disso, o endométrio, membrana que reveste o útero, fica menos propenso à gravidez.
LASANHA DE BERINJELA
LASANHA DE BERINJELA Ingredientes - 3 berinjelas médias - 1 cenoura média - 6 tomates pequenos - 170g de vagem - 1 colher (chá) de sal - 4 dentes pequenos de alho - 1 cebola pequena - 1 colher (sopa) de azeite - 450g de carne moída - Folhas de manjericão a gosto - 1 xícara (chá) de água
>>Modo de preparo Higienize a berinjela, a cenoura, o tomate e a vagem. Reserve. Retire o cabo das berinjelas. Corte as berinjelas em fatias finas, no sentido do comprimento e deixe de molho em uma bacia com água - suficiente para que fiquem imersas - por cerca de 5 minutos. Escorra e leve para dourar em uma frigideira antiaderente (não é necessário adicionar óleo na frigideira). Reserve. Corte a cenoura e a vagem em cubos pequenos e reserve. Em uma panela, aqueça o azeite e refogue o alho e a cebola, previamente picados. Acrescente a carne moída, o sal e deixe dourar. Junte a cenoura e a vagem e refogue. Bata os tomates no liquidificador com 1 xícara de água, o manjericão e adicione na panela, juntamente com os legumes e a carne moída e deixe ferver, até que os legumes fiquem macios. Para fazer a montagem da lasanha, coloque em um refratário, uma camada de berinjela, uma camada do molho de carne com legumes. Repita esse processo até completar o refratário. Leve para gratinar em forno médio, pré-aquecido, por cerca de 30 minutos.
Rendimento: 6 porções
>>Informação Nutricional Valor calórico: 226,3 kcal Carboidrato: 13,5g Proteína: 23,2g Gordura: 8,9g Sódio: 358mg ___________________________________________________
>>A berinjela é um alimento com um ótimo valor nutricional, dentre os minerais encontrados podemos citar: magnésio, zinco, potássio, cálcio, ferro e fósforo. As principais vitaminas encontradas são as vitaminas A, B1, B2 e C. Além disso, ela destaca-se por apresentar uma grande quantidade de água, essencial para manter o corpo hidratado e favorecer as reações químicas nas células corporais; uma significativa porcentagem de fibras, que auxilia no bom funcionamento intestinal; além de ser considerada como um alimento que fornece poucas calorias, auxiliando no controle do peso.
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